Vencedora do Women’s Prize For Fiction 2022

ruth ozeki

Foi anunciada na passada quarta-feira dia 15 a vencedora do Women’s Prize for Fiction deste ano, Ruth Ozeki, com The Book of Form and Emptiness.

Ainda não li este livro, mas gostei muito do seu outro livro, A Tale for the Time Being, por isso tenho grandes expectativas em relação a este. As suas 480 páginas podem fazer com que demore um bocadinho a apetecer-me pegar nele, porque ando virada a leituras mais curtas ou menos complexas, mas está certamente no meu radar para 2022.

Começo a achar que estes são mesmo uns prémios a seguir, porque é o segundo ano seguido em que a vencedora foi mesmo a meu gosto.

Já leram este livro ou alguma das nomeadas?

Boas Leituras!

Finalistas do Women’s Prize for Fiction 2022

Womens prize for fiction 2022

Já saiu a lista das finalistas do Women’s Prize for Fiction 2022, duma lista de 16 nomeadas da qual dei conta aqui. As finalistas são apenas 6 e eu continuo sem ter lido ainda nenhuma, mas já acrescentei 4 à minha lista de espera, principalmente após ter ouvido boas críticas em youtubes literários que sigo.

Build Your House Around My Body by Violet Kupersmith – Já está no meu Kindle, apesar de não saber muito sobre ele. Mas o título impressionou-me o suficiente para considerar lê-lo.
Great Circle by Maggie Shipstead – Um gigante de 608 páginas que me pareceu interessante o suficiente para lhe pegar. Confesso que quando o abro e o Kindle me mostra as horas que eu demoraria a lê-lo, tenho fechado e escolhido coisas mais pequenas. Não estou preparada para um comprometimento tão grande com um livro que tenho mesmo que prestar atenção neste momento.
Sorrow and Bliss by Meg Mason – Não me chamou a atenção, apesar de ter uma classificação altíssima no Goodreads. Não me parece que seja para o meu eu actual, no futuro logo se vê.
The Book of Form and Emptiness by Ruth Ozeki – É Ruth Ozeki e só isso já fez com que fosse o primeiro da lista. Tenho-o, mas ainda não tive o espírito certo para lhe pegar. Com um cachopo de 3 anos que alterna entre estados de doença e hiperactividade é difícil ter a atenção que este livro merece, disponível para ser dada.
The Bread the Devil Knead by Lisa Allen-Agostini – o título que me faz lembrar tanto a minha mãe e as suas expressões. Uma personagem principal com 40 anos. Boas críticas em todo o lado. Menos de 300 páginas. Tanta coisa que me faz querer pegar neste livro.
The Island of Missing Trees by Elif Shafak – Ora este tenho no meu Kindle há meses, vindo direitinho do Netgalley. Já devia ter lido e feito review, mas ainda não consegui ter cabeça para isso. Mas está definitivamente na minha lista de livros para 2022, que, como sempre, posso seguir ou não.

Fiquem por aqui para saber se alguns destes aparecem no futuro próximo, idealmente antes de ser nomeada a vencedora. Se já leram algum, partilhem a vossa opinião.

Até lá, Boas Leituras!

Nomeadas do Women’s Prize For Fiction 2022

WPF 2022

Muito apropriadamente, foi divulgada no dia 8 de Março a lista das nomeadas deste ano para o Women’s Prize for Fiction.
Ao contrário do ano passado, desta vez ainda não li nenhum e devo confessar que a grande maioria não fazia sequer parte do meu radar. Excepção feita ao livro de Ruth Ozeki, de quem já li um livro muito interessante e que já recomendei aqui, e o Island of Missing Trees da Elif Shafak, que tenho há séculos no meu Kindle, via Netgalley, mas que ainda não me apeteceu ler. Pode ser que seja desta.

Alguém conhece, ou já leu algum destes livros? Digam-me nos comentários se valem mesmo a pena.

Build Your House Around My Body by Violet Kupersmith
Careless by Kirsty Capes
Creatures of Passage by Morowa Yejidé
Flamingo by Rachel Elliott
Great Circle by Maggie Shipstead
Remote Sympathy by Catherine Chidgey
Salt Lick by Lulu Allison
Sorrow and Bliss by Meg Mason
The Book of Form and Emptiness by Ruth Ozeki
The Bread the Devil Knead by Lisa Allen-Agostini
The Exhibitionist by Charlotte Mendelson
The Final Revival of Opal & Nev by Dawnie Walton
The Island of Missing Trees by Elif Shafak
The Paper Palace by Miranda Cowley Heller
The Sentence by Louise Erdrich
This One Sky Day by Leone Ross

Até lá, boas leituras!

Vencedor do Women’s Prize for Fiction

piranesi

Foi anunciado no passado dia 8 de Setembro a vencedora do Women’s Prize for Fiction e fiquei muito contente por ter sido Piranesi de Susanna Clarke, de longe um dos melhores livros que li este ano e que ainda me vem à memória de vez em quando. Falei sobre ele aqui, podem ir lá espreitar.

Susanna Clarke tinha escrito anteriormente outro livro que gostei muito, Jonathan Strange & Mr. Norrel, que apesar de ser também fantasia, era completamente diferente em tudo, até no tamanho. Os dois valem muito a pena.

Foi a primeira vez que dei atenção a este prémio, mas fiquei entusiasmada por ver um livro que gostei tanto sair vencedor por isso definitivamente vou continuar a manter este prémio debaixo de olho.

Boas Leituras!

Finalistas do Women’s Prize for Fiction

womens orize fiction 2021

Gosto de andar de olho nos prémios literários porque normalmente arranja-se por lá boas ideias de leitura. Este ano andei a seguir o Women’s Prize for Fiction, que anunciou a semana passada a sua lista de finalistas. Este prémio literário teve origem em 1996, e surgiu como resposta ao facto que todos os finalistas do Booker Prize de 1991 serem homens. Premeia obras literárias em inglês, escritas por mulheres e editadas no ano anterior.  

Este ano chamou-me particularmente a atenção por duas razões. A primeira é Piranesi, de Susanna Clarke ter chegado aos finalistas, esse que foi sem dúvida o melhor livro que li este ano e que ainda ressoa cá dentro. Depois por outra das autoras ser Claire Fuller, de quem já li um livro que adorei, e que tenho muitos outros à espera no meu kindle. 

Isso dá-me vontade de olhar para as outras finalistas e escolher algo para ler. Vejam uma pequena sinopse em baixo. 

Susanna Clarke – Piranesi. Já disse tudo o possível aqui, só me resta aconselhar mais uma vez a leitura.

Claire Fuller – Unsettled Ground. Parece-me muito interessante, a história de uns gémeos de 51 anos que sempre viveram com a mãe, e que após a sua morte têm que lidar com as ameaças do mundo moderno ao seu estilo de vida. 

Patricia Lockwood – No One Is Talking About This. Um estranho livro sobre o novo mundo das redes sociais e o impacto que viver sob o seu domínio pode ter. Parece interessante, dum modo alternativo. 

Yaa Gyasi – Transcendent Kingdom. A história de uma família de emigrantes ganeses nos Estados Unidos, as suas lutas, dificuldades e sucessos. Parece interessante, se bem que do mesmo estilo dum livro que terminei recentemente. 

Cheerie Jones – How The One-Armed Sister Sweeps Her House. De longe, o livro com o título mais curioso, que só por si me dá imensa vontade de pegar nele. Depois descubro que retrata a vida nos Barbados, uma ilha das Caraíbas, aparentemente um paraíso para todos os que lá não vivem. Para os locais a realidade é um bocadinho diferente. Parece ser bastante interessante e ficará no meu radar. 

Brit Bennet – The Vanishing Half. Quais as probabilidades de 2 dos 6 finalistas serem uma história sobre gémeos? Aparentemente muitas, porque aqui está a segunda. Desta vez gémeas afro-americanas no sul dos EUA, e a sua história díspar de encontros e desencontros. Não fiquei com muito interesse, confesso. Corrijam-me se estiver enganada. 

Temos aqui muito material e coisas boas para experimentar, o problema será sempre o mesmo. Demasiado poucos anos de vida para tanto livro interessante para ler.

Boas Leituras!