Livraria Preferida

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Apel está mais uma vez a promover a votação de qual é a nossa livraria preferida. O inquérito pode ser feito aqui até 15 de Maio e pelo menos para Lisboa, que foi o distrito que eu vi com mais atenção, a selecção é bastante completa.

Apesar da maioria dos livros que leio hoje em dia serem em Kindle gosto muito de passear por livrarias a ver as novidades mais recentes, a admirar as capas, a matar saudades de páginas em papel. Muitas vezes é lá que arranjo inspiração para o próximo livro para ler, ou pelo contrário decido aqueles nos quais nunca vou pegar (raros esses).

Gosto particularmente daquelas onde dá para beber um cafezinho enquanto se lê calmamente um livro ou uma revista. Eu já votei na minha favorita, mas não digo qual é.

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Notícias do Espaço Ulmeiro

Já tinha falado num post anteriorsobre a Livraria Espaço Ulmeiro, espaço emblemático em Benfica desde 1969 que está neste momento a lutar pela sobrevivência. Conhecida também por Livrarte, ou livraria do gato à porta, está recheada de história e tem vindo a fazer um esforço estóico, desmultiplicando-se em contactos de imprensa, leilões de Facebook (aqui), entre outros.

Domingo no Publico saiu mais uma entrevista muito completa com José Antunes Ribeiro, o dono do espaço, da editora Ulmeiro, co-fundador da Assirio e Alvim, e principal dinamizador dos leilões online. Está aqui e vale a pena ler.

Assim como vale a pena visitar o espaço, ajudando a que ele não feche.

A Livraria do Gato à Porta

Já muito se falou na comunicação social sobre a Livraria Espaço Ulmeiro, em Benfica, que se encontra em risco de fechar (aqui e aqui, por exemplo). Aberta desde 1969, o dono foi também o fundador da Editora Ulmeiro e Assirio e Alvim, entre outras.

Sendo de Benfica, já conhecia há muito este espaço, apesar de não saber da sua importância histórica. Para mim, esteve sempre ali. Parece a casa daqueles senhores, onde eles acumularam tesouros durante anos e pelos quais nos deixam navegar. Há uns anos a esta parte também com o Salvador, um gato amarelo enorme, que se divertiu a deitar ao chão uma pilha de livros quando lá estive a semana passada.

A minha descoberta dos livros em segunda mão foi tardia, começou ao mesmo tempo que me ofereceram o Kindle, em 2012. Fiz para mim a decisao que iria sempre que possivel comprar livros usados. Para bem do planeta, e com uma certa objecção aos preços exorbitantes que as nossas livrarias praticam.

Assim, espaços como a Ulmeiro são cada vez mais o sitio onde me abasteço de tudo aquilo demasiado obscuro ou especifico para encontrar para Kindle. Como toda a literatura portuguesa que me interessa.

Se não quiserem visitar este espaço (fazem mal), podem sempre seguir os leilões online aqui.

Eu já lá fiz umas comprinhas a semana passada. Esta semana, em casa doente, só mesmo seguindo pelo online.