Acabei de Ler – Uma Questão de Conveniência (Convenience Store Woman)

convenience store woman

Keep scrolling if you prefer to read in English.

Convenience Store Woman foi um livro que vi recomendado várias vezes nos canais de Youtube que sigo e que têm gosto mais parecido com o meu. Como tenho andado numa mood asiática foi a escolha óbvia de leitura para finalizar Junho.

Keiko Furukura é uma mulher de 36 anos que trabalha numa loja de conveniência há 18 anos. Na mesma loja, na mesma localização. Keiko foi uma criança estranha, que não se enquadrou bem na escola e os seus pais sempre tentaram que ela parecesse normal. Aprendeu a disfarçar a sua realidade para conseguir sobreviver na escola, mas foi quando aos 18 anos começou a trabalhar na loja que finalmente recebeu instruções sobre como se comportar, e conseguiu ter um propósito na vida.

Este é um livro muito interessante e diferente. Faz-nos pensar no modo como tratamos a diferença, especialmente aquela que não é aparente. Como vemos e tratamos pessoas que se comportam de maneira diferente, como somos rápidos a atribuir rótulos e, mesmo que inconscientemente, temos gravadas em nós as expectativas da sociedade em que crescemos. Isto é um tema que me é muito querido nos dias de hoje, e no qual tenho reflectido bastante, por isso esta leitura foi um bom complemento.

Rumo ao próximo, até lá Boas Leituras!

Goodreads Review

I have seen Convenience Store Women being recommended on Book tube repeatedly, especially by some people I follow and have similar book tastes to mine. As I have been in an Asian mood, this seemed the perfect choice to end my June readings.

Keiko Furukura is a 36-year-old woman that has been working on the same store, on the same location for the past 18 years. Nothing has remained the same since she started, except herself. Keiko was a strange child that has not adjusted well to school life, and was always deemed a bit weird, and even her parents struggled to make her seem normal. She learned to mask her true thoughts to be able to survive, but it was only at 18, when she joined the convenience store and received a manual on how to behave that she finally felt at home and found a purpose.

This was another different and interesting book (my year has been filled with those, thankfully). It made me think about the way we treat those that are different, especially when said difference is not an obvious one but more behavioural. Also, on how quick we are to label people and how society’s expectations are deeply ingrained in us, even if we don’t realize it. This is something I have been thinking about lately, for personal reasons, so this reading was a good addiction to my research.

I recommend this book to all that like to read different books, which shed some light on some modern concepts and ideas, and different world views. You will not regret it.

On to the next, until then Happy Reading!

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