Vida Louca em Edimburgo

Irvine Welsh

Eu adorei o Trainspotting, filme que vi assim que saiu algures nos 90. Foi assim como que um despertar para filmes melhores e mais originais que as costumeiras xaropadas de Hollywood. Com o Kindle tive também acesso ao Trainsppoting em livro, por traduzir claro, e fiquei um bocadinho desanimada quando percebi que nem com o dicionário de Oxford eu conseguia seguir minimamente o que se estava a passar. Escrito no mais profundo calão escocês, tudo aquilo estava claramente fora do meu alcance. E assim deixei-o ficar no fundo da minha to read list.

 Agora, mais uma vez graças ao Netgalley, chegou-me às mãos a mais recente sequela do Trainspotting. Este Blade Artist segue um Frank Begbie mais maduro, com uma vida nova, a viver em LA depois de ter cumprido uma longa pena em Edimburgo e de ter conhecido a mulher que o regenerou. Ou mais ou menos.

O livro é alucinante, este personagem que me deixava absolutamente enervada nos idos anos ’90 é agora fascinante, cativante, e dei por mim a torcer que tudo lhe corresse bem independentemente das escolhas mais ou menos duvidosas que ele fazia. Irvine Welsh é um mestre a fazer-nos gostar de sociopatas.

Aconselho muito este livro a quem tenha um estômago de aço e não se impressione com facilidade. Da minha parte vou voltar ao Trainspotting e dar-lhe uma nova chance.

Goodreads Review

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